sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Crônica sobre a Esperança


ESPERANÇA

J. Apolônio
Paraty-RJ - 2005

Alguém disse: '' A Esperança é a última que morre ".

Meu avô teve esperanças de dias melhores. Morreu sem ver suas esperanças realizadas.
Meu pai, como meu avô, também teve as mesmas esperanças e morreu sem que nada acontecesse.

Eu cheguei à conclusão que a esperança é como uma ESPIGA DE MILHO.

Uma espiga de milho é atada na ponta de uma vara que passa sobre a cabeça de um burro, fazendo com que ele puxe a carroça, onde carrega de ''tudo'', na esperança de alcançar aquele apetitoso alimento, sem consegui-lo.

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